quinta-feira, 18 de junho de 2009

Manter humildade e controle emocional são desafios para jovens com ascensão rápida na empresa.

05 de outubro de 2004 às 07:04

Por Por Nina Bandeira - Canal RH

Como atual diretor da área Comercial da Atento Brasil, que pertence ao grupo Telefônica, o executivo José Octávio Fernandes, 27 anos, obteve rápida ascensão dentro da empresa. Com três anos de companhia, assumiu um cargo gerencial, e no ano seguinte, conquistou a cadeira de diretor, reportando-se diretamente ao vice-presidente da empresa. “Foi uma mistura de estar no lugar certo, na hora certa, mas também de muito esforço e dedicação integral”, diz Fernandes. Para que isso acontecesse, foram horas intermináveis de trabalho, com a busca incessante pela excelência. Contou pontos, ainda, a facilidade de trabalhar em equipe, ingrediente fundamental nesse processo.Casos como o de Fernandes tornam-se cada vez mais comum no mundo corporativo. Já é freqüente a presença de jovens executivos em cargos de alto comando nos mais diversos segmentos. Mas quais são os principais desafios que um jovem executivo enfrenta hoje? O mercado está recebendo bem estes profissionais? Como lidar com a grande responsabilidade e a pressão de seus cargos contando com pouca idade? Segundo Fabrício Proti, coordenador do Comitê de Jovens Executivos da Câmara Americana de Comércio (Amcham), o espaço para este jovem executivo cresce cada vez mais. “Percebemos que as empresas estão buscando esses profissionais, abrindo mais oportunidades”, observa. “Principalmente para os que demonstram ter mais equilíbrio emocional e experiência balanceada”, afirma Proti. Temas como esse são discutidos pelo comitê da Amcham, fundado em 1999 com o objetivo de manter o elo entre os profissionais que passaram pelo programa de trainees da Câmara. A idéia era garantir um espaço para discutir o papel do jovem executivo no mercado de trabalho, que vem conquistando a confiança das grandes empresas. Na rede hoteleira Grand Hyatt de São Paulo, por exemplo, a média etária do comitê executivo de diretoria é de 35 anos. Segundo Miguel Angel Bermejo, diretor de RH do Grand Hyatt de São Paulo, as vantagens de se trabalhar com jovens profissionais são muitas. Dentre elas, o entusiasmo e a garra, própria da juventude. “Mas para nós é muito importante a humildade”, avisa. Isso porque para o gestor, muitas vezes, a arrogância, que também é uma decorrência da juventude, assim como a ansiedade e a impaciência, podem atrapalhar esse processo. Nariz empinado Adriano Brito da Costa Lima, vice-presidente do RH da Mastercard, que também conquistou o cargo quando ainda tinha 35 anos, concorda que a falta de humildade e a ansiedade são grandes deficiências que prejudicam os jovens profissionais. “Lidar com pressão e grandes responsabilidades são enormes desafios para quem tem pouca idade, mas o mais difícil é administrar o sucesso e não deixar o nariz empinar,” diz Lima. Em decorrência dessas limitações, que só a maturidade é capaz de transpor, muito mais do que o diferencial técnico que um jovem pode oferecer, o que o mercado procura é o diferencial comportamental. "O jovem precisa focar-se muito nessa área, ou seja, procurar desenvolver comportamentos que não se aprendem na teoria, como adaptabilidade, gerenciamento de trabalhos”, opina Miguel Angel Bermejo, diretor de RH do Grand Hyatt. “Hoje, temos que aprender muito mais a ajudar e a cooperar uns com os outros”, completa. Para José Octávio Fernandes, da Atento Brasil, o difícil da ascensão rápida é a expectativa em cima do jovem, que ele considera maior que de seus pares mais experientes. Embora Fernandes tenha como meta sempre a realização de tarefas com o máximo de excelência – o que o ajudou a subir rápido na empresa - , ele conta que não escapa das pressões inerentes à condição de jovem em cargos de destaque. “Você tem que provar o tempo todo que está fazendo a coisa certa, e a margem de erro tem de ser mínima,” diz. Essas dificuldades já são percebidas em empresas como a Mastercard, onde a a questão da carreira meteórica dos jovens ganhou atenção especial. Segundo o vice-presidente de RH da companhia, Adriano Brito da Costa Lima, a empresa procura estabelecer um mix de profissionais em cada área - os mais novos trabalhando junto com os profissionais mais seniores. A expectativa é que a experiência dos executivos mais antigos ajude no amadurecimento dos mais jovens. Outra medida adotada pela Mastercard é investir continuamente no desenvolvimento dos jovens: desde o custeio de cursos de idioma, MBA, e pós-graduação a financiamento de intercâmbio desses profissionais com a matriz em Nova York. “Se um jovem se perguntar todos os dias se o que ele faz tem significado, tanto para ele quanto para as pessoas que os cercam, ele encontrará a resposta na sua persistência e coragem para ir em frente”, conclui Lima. Para Fabrício Proti, do Comitê dos Jovens Executivos da Amcham , o que vai destacar um jovem no mercado é a iniciativa de buscar o conhecimento autodidata, e estar sempre aprendendo. Têm sorte, entretanto, quem traz consigo valores importantes na condução de sua vida e trabalho. Numa das últimas reuniões do comitê da Amcham, que reuniu seus associados e executivos de RH de empresas, concluiu-se que as características que fazem o profissional se desenvolver são elementos que eles herdam dos pais e aprendem na vida, como por exemplo, a ética, o comprometimento com a causa, trabalho, e a vontade incessante de aprender.



Assista e tente levar uma vida mais saudavel dentro da organização.

Entenda o que é esforço emocional nas empresas.

Em todas as empresas existem aquelas pessoas que não demonstram muita satisfação naquilo que fazem, mais mesmo assim ainda conseguem exercer um papel fundamental na organização. Cara feia é um péssimo marketing pessoal, não é difícil ter em uma empresa pessoas ``mortos vivos`` que estão sendo vencidas pela rotina do dia-a-dia, com tanto trabalho sem tempo pra se divertir e refletir se é aquilo mesmo que elas querem para resto da suas vidas. Muitos seres humanos sofrem morte emocional e espiritual antes de deixarem os seus corpos físicos.
Poucos gestores percebem que os seus funcionários já estão esgotados psicologicamente com a empresa e não os ``colocam no colo``, elogiando quando fazem algo importante ou os motivando sempre que possível. As empresas não chegam a falência de um dia para o outro, essa falência ocorre em um período de 3, 4 anos antes da noticia oficial e antes de mais nada essa quebra é emocional e espiritual não só financeira.
Sua vida e sua empresa devem ser uma aventura empolgante, desafiadora, arrepiante, que faça o seu sangue correr, jamais um fardo a ser carregado. Levante-se daí agora e vá fazer a diferença na vida das pessoas. Nunca mais aceite a mediocridade por mais de 5 minutos.


FAÇA UMA REFLEXÃO.
· Você está sendo tudo o que pode ser?
· Você está sendo mais do que poderia imaginar?
· Você tem feito coisas das quais seus semelhantes e seus clientes possam se orgulhar?
· Quem é você como ser humano e como profissional?
· Seu nome lembra alegria ou tristeza?






À frente de AS QUATRO PLUMAS encontra-se Shekhar Kapur, diretor do premiado Elizabeth, vencedor de diversos Oscars - um filme aclamado pela crítica que também rendeu a Kapur uma indicação ao Globo de Ouro de melhor diretor. Apresentando um elenco talentoso, AS QUATRO PLUMAS é estrelado por Heath Ledger (A Última Ceia, O Patriota e 10 Coisas que Odeio em Você), Wes Bentley, vencedor do Screen Actors Guild Award por sua fascinante atuação no premiado Beleza Americana, e Kate Hudson, cuja atuação excepcional em Quase Famosos lhe rendeu um Globo de Ouro e uma indicação ao Oscar.A história de AS QUATRO PLUMAS é sobre Harry Feversham (Heath Ledger), admirado por seus camaradas como um dos melhores soldados em seu regimento. Apaixonadamente devotado a sua linda futura esposa, Ethne (Kate Hudson), Harry tem um futuro promissor como militar e uma vida feliz o aguarda ao lado da mulher que ama. Mas quando um exército de rebeldes sudaneses ataca uma fortaleza colonial britânica em Khartoum e seu regimento é enviado para o Norte da África, Harry se vê dominado por inseguranças e incertezas e abandona seu posto quando seu regimento embarca para a guerra.Chocado pela atitude de seu filho, o pai de Harry o repudia. Assumindo que ele tem medo, três dos amigos de Harry - e até mesmo sua noiva Ethne - lhe enviam cada um uma pena branca, um símbolo de covardia, já que ninguém consegue entender o que ele fez.Atormentado, isolado e solitário em Londres, Harry descobre que seu melhor amigo, Jack (Wes Bentley), e seu antigo regimento sofreram um ataque brutal dos rebeldes. Instantaneamente, o elo que possui com seus camaradas o inspiram a transcender suas inseguranças e assumir uma missão que é ainda mais forte do que sua resolução contra a guerra - salvar seus amigos a qualquer custo.AS QUATRO PLUMAS se passa durante o auge do imperialismo britânico, quando as nações européias lutavam para dividir a África entre si. Em 1884, um líder religioso muçulmano, Muhammad Ahmed, conhecido como o Madhi, liderou os árabes sudaneses em uma revolta contra o controle britânico, e o general Charles Gordon foi enviado para aplacar a rebelião. Mas os guerreiros de Mahdi se mostraram fortes demais para Gordon, que se viu sitiado com seus homens em Khartoum, que eventualmente caiu em 1885, em uma batalha que matou o general e boa parte de seu exército. "Os jovens soldados na época de AS QUATRO PLUMAS não questionariam seu dever de lutar por sua rainha e seu país," diz o diretor Shekhar Kapur. "As dúvidas de Harry tornam a história particularmente interessante pois, para encarar seus medos, ele é forçado a transcendê-los. A questão é: teria sua desistência sido um ato de covardia ou, na verdade, de grande coragem?"No começo do filme o personagem principal de AS QUATRO PLUMAS, Harry Feversham, é invejado por todos seus amigos - o confiante jogador de rugby que conquistou o coração da garota mais bonita de todas. Mas quando seu regimento é enviado para a guerra, ele começa a questionar tudo... inclusive a si mesmo.Harry Feversham é um homem enfrentando seu maior medo -dúvidas a respeito de si mesmo. Por isso, eu procurei um ator que pudesse manter a dignidade mesmo enfrentando estas dúvidas," diz Kapur. "Eu precisava de alguém que pudesse emergir da infância para a maturidade e finalmente para a sabedoria verdadeira. Quando fiz o teste com Heath, fiquei surpreso que alguém tão jovem pudesse ter tamanha sabedoria.""O roteiro era absolutamente brilhante," diz Ledger, "e participar deste filme foi uma verdadeira jornada para mim. Apesar de ter requisitado muito esforço - emocional, físico, espiritual e mental - também foi muito divertido."O melhor amigo de Harry, Jack Durrance, é interpretado por Wes Bentley. Conhecido por interpretar o incrivelmente complexo vizinho de Beleza Americana, Bentley vê Durrance como um homem que enxerga o mundo de forma muito clara, então é bastante irônico o fato de seu personagem ficar cego.Durrance é obcecado com sua visão de mundo de moralidade absoluta. O certo e o errado estão claramente definidos. Porém, ao se encontrar em áreas intermediárias durante o filme, assim como Harry ele também é forçado a descobrir e aceitar quem ele é de verdade. Wes Bentley era apropriado para o papel não apenas porque eu precisava de alguém extremamente bonito, mas também porque ele podia retratar alguém com uma personalidade complexa e obsessiva. Seus impressionantes olhos azuis representam clareza, e a cegueira é uma metáfora para a perda de clareza. Wes mostrou este tipo de complexidade em Beleza Americana, e ele me impressionou desde o início.Kate Hudson, mais conhecida por seu papel de estréia em Quase Famosos, interpreta o complexo papel de Ethne, uma jovem cuja profunda paixão por Harry é abalada por sua decisão de não ir à guerra.""Ethne é uma personagem muito interessante," diz Hudson. "Por um lado, seu amor por Harry parece ser inabalável, mas por outro, ela é completamente influenciada pelas percepções das pessoas à sua volta. Eu gostei da complexidade do papel, e imagino que, dadas as circunstâncias, sua reação às atitudes de Harry são absolutamente realistas para aquela época, e talvez até mesmo para hoje em dia."O tema da amizade, que é marcante em AS QUATRO PLUMAS, talvez seja melhor representado na relação entre Harry e Abou Fatma, o guerreiro africano que conhece Harry quando este chega ao Sudão. Interpretado por Djimon Hounsou, que recebeu uma indicação ao Globo de Ouro por sua atuação em Amistad, de Steven Spielberg, e uma indicação ao Screen Actors Guild por seu trabalho em Gladiador, Abou Fatma acrescenta uma nova dimensão ao filme, nunca antes vista em versões anteriores desta história.Unidos, os personagens representam a união instantânea de dois espíritos muito diferentes que se complementam ao mesmo tempo que permitem um ao outro serem individuais...."Apesar de existir um grande companheirismo entre Harry e seus amigos, especialmente no início do filme, cada um segue sua própria jornada," diz Sheen, cuja jornada particularmente árdua de seu personagem, Trench, acaba em um campo de prisioneiros.O filme faz refletir muito a respeito de como a vida é preciosa e até onde os seres humanos podem ir apenas para sobreviver.Todos os personagens são fortes, mas mesmo assim cada um possui seus pontos fortes e fracos,este é um filme sobre amizade e os arrependimentos, a fé, os problemas e as provações pelas quais companheiros passam. É uma história maravilhosa, no fundo, é um filme sobre garotos indo à guerra e se tornando homens. Mostra a transição das certezas inocentes da infância para a constatação da dúvida, e finalmente para a auto-consciência da maturidade.Pessoal, espero que assistam ao filme e analsem o quanto ele aborda a questão do esforço emocional das pessoas.



O comportamento do ser humano é mental. O comportamento mental é direcionado pelos pensamentos e sentimentos. Todos os comportamentos são mentais – somos o que pensamos. A ciência do terceiro milênio diz que a genética não é destino (revista veja edição 2109 – nº16 – 22 de abril de 2009) e concordamos plenamente com os cientistas que estão participando deste momento fantástico de descobertas importantes para a cura emocional do ser humano, mas ao mesmo tempo nossos estudos e pesquisas referentes ao comportamento humano pela metodologia da ciência do pensar, revelam que o comportamento mental pode ser destino. Hábitos, costumes e valores são passados de geração em geração, de pais para filhos. As nossas verdades e valores nem sempre são verdades e valores reais, mas passamos para as pessoas que estão sob nossa responsabilidade geradora.A pessoa, ao nascer, traz consigo uma identidade única no universo. Não tem cópia. Mas, a personalidade é gerada a partir do meio social e familiar onde vive. Quando a criança nasce, já traz o comportamento emocional que recebeu no ventre da mãe. Se os pais passaram uma gravidez harmoniosa, suave, terna, consciente, provavelmente este bebê não terá comportamentos de ansiedade e agitação. Será um bebê calmo. Da mesma forma, esta criança receberá estímulos, motivações e conhecimentos que servirão de bases para a formação de sua personalidade.Digamos que, nos primeiros tempos de vida, a criança vai se adaptando ao seu mundo através do livre arbítrio e vontade dos pais e do meio social em que está inserido. Esta formação vai gerar comportamentos. Os comportamentos geram ações e reações. As ações e reações desenham uma história de vida.É no momento formativo, principalmente na infância, que são gerados os maiores traumas emocionais. A criança cresce, torna-se adulto e os traumas ficam escondidos na mente inconsciente. Cada vez que esta pessoa se defronta durante a vida com as situações traumáticas que estão guardadas no inconsciente, a mente reage e o corpo sofre.Na maioria dos casos, os sentimentos reprimidos acabam materializando, no decorrer do tempo, uma personalidade difícil, insegura, tendo principalmente como base a baixa auto estima. Esta personalidade, para sobreviver diante da sociedade, necessita de máscaras que “personifiquem” o caráter. A máscara leva o indivíduo a comportamentos desequilibrados, e estes acabam se expressando através de ações que por sua vez trarão reações. Nesta sequência comportamental, a pessoa constrói a sua história de sofrimentos e de dor, ao ponto de fazer adoecer o seu corpo e o seu espírito. Todos estes fatos são gerados ou guardados na mente. Nada está fora dela.A mente humana é composta por expressões de amor ou desamor, de ignorância ou sabedoria. É na mente humana que a inteligência se localiza, e é direcionada para o bem ou para o mal. A mente pertence ao espírito e o cérebro ao corpo físico. A mente envia ao cérebro estes sentimentos e este através do sistema nervoso central, encaminha-os ao corpo que reage positivamente ou negativamente. Se os sentimentos negativos não forem liberados ou tratados, permanecem na mente, fazendo o seguinte percurso: mente, cérebro e corpo. Esse percurso tem um efeito muito nocivo ao corpo humano, e enquanto o trauma permanecer no inconsciente, a mente estará desorganizada e infeliz e a pessoa sentirá manifestações e sintomas físicos como a depressão e as síndromes, ou outras doenças ainda mais graves e até mesmo insucesso profissional.Por isso é preciso buscar através do auto conhecimento, a compreensão de si próprio. Quando a pessoa não se conhece, mantém dentro de si por muito tempo, sentimentos como a raiva, a tristeza, a mágoa, as decepções, o orgulho, o medo, a exclusão, o ciúme, vontades reprimidas, carências afetivas, distúrbios sexuais, etc..É preciso, portanto, liberar estas emoções repressoras e negativas da mente, para se ter qualidade de vida, tanto física, quanto mental ou espiritual e ainda se resguardar de distúrbios mentais futuros. Por Maria Ignez FigueredoEspecialista emEducação Comportamental



Eduardo SotoEste livro busca apreender o elemento emocional das rápidas transformações nas organizações, além de oferecer idéias enriquecedoras sobre os seres humanos que nelas trabalham. Comportamento Organizacional Impacto das Emoções sintetiza, de modo brilhante, os estudos clássicos e recentes sobre o tema, abrindo ao mesmo tempo novas trilhas no conhecimento do comportamento humano, ao aprofundar-se no estudo da inteligência emocional que motiva o comportamento do ser humano nas organizações. Esta obra constitui uma ferramenta primordial para auxiliar estudantes e profissionais a compreender melhor as práticas organizacionais contemporâneas dentro do contexto da teoria organizacional e das investigações empíricas.



O equilíbrio psico-emocional está diretamente ligado ao sucesso profissional, especialmente dos profissionais que ocupam cargos de liderança. Isso ficou bem mais evidente após a introdução do termo Inteligência Emocional.
O equilíbrio psico-emocional está diretamente ligado ao sucesso profissional, especialmente dos profissionais que ocupam cargos de liderança. Isso ficou bem mais evidente após a introdução do termo “Inteligência Emocional”, que seria uma síntese da Inteligência Interpessoal (habilidade de entender outras pessoas, o que as motiva, como trabalham e como atuar cooperativamente com elas) e da Inteligência Intrapsíquica (entendimento do próprio eu com elevado grau de autopercepção e autoconhecimento). Nesse artigo, quero abordar o fato é que o controle das emoções não é fator essencial apenas para o desenvolvimento da inteligência do indivíduo: é também essencial para alcançar a excelência em termos de comportamento gerencial.Um líder emocionalmente equilibrado não reprime suas emoções. Ele aprende a administrá-las de modo a liberá-las na hora certa, com a pessoa certa e da forma mais adequada possível. Consegue se acalmar quando está nervoso, se automotiva e têm uma razoável percepção de si e dos outros. Pode-se dizer que se trata de um profissional protegido pelo otimismo e pela esperança, com positivas expectativas de que as coisas darão certo, apesar dos reveses e das dificuldades. São atitudes como essas que o impede de se tornar apático, desesperançoso ou deprimido, sendo facilmente reconhecido no perfil dos melhores profissionais da sociedade contemporânea.Alguns gerentes são muito inteligentes e bem equilibrados emocionalmente. Outros não conseguem manter esse equilíbrio, valendo-se de suas capacidades intelectuais na gestão de suas equipes, via de regra acarretando constantes entraves nos relacionamentos entre os membros dessas equipes, com desgastes no clima organizacional e perdas na produtividade. O grande desafio, portanto, é entender como se complementam o equilíbrio emocional e a capacidade intelectual dos gerentes. A inteligência não é garantia de bom desempenho se a pessoa não for preparado para manter o seu equilíbrio psico-emocional. A competência global denota um redirecionamento da agressividade para a ação produtiva, aproveitando oportunidades e desafios, e dando, também, aos que o cercam, oportunidades de crescer e desenvolver as próprias habilidades. O raciocínio pode fazer com que gerentes sejam admitidos, mas é o seu equilíbrio emocional o responsável por suas promoções e encarreiramento.Pesquisas indicam que os gerentes com alto quociente de inteligência, mas com baixo ou modesto equilíbrio emocional, tendem a ser altamente efetivos em domínios racionais, mas correm o risco de tratar suas equipes de modo inadequado, sendo insensíveis, arrogantes e inaptos em seus relacionamentos. Os gerentes superequilibrados e de capacidade intelectual mediana, tendem a ser leais e confiáveis, com integridade e empatia, persistentes, conscientes e queridos pelas seus subordinados (o melhor, entretanto, seria ter altos níveis desses atributos). As pesquisas indicam, também, que o homem de alto nível de inteligência é ambicioso e produtivo, previsível, inibido e com grandes possibilidades de ser emocionalmente frio. Em contraste, os homens que mantém o controle emocional são socialmente equilibrados, comunicativos e animados, não alimentam receios ou preocupações; eles têm uma notável capacidade de assumir responsabilidades e terem uma visão ética, revelando-se solidários e atenciosos em seus relacionamentos. Por sua vez, as mulheres muito inteligentes são fluentes na expressão de suas idéias, valorizam o intelecto e o senso estético, mas tendem a ser introspectivas, inclinadas à ansiedade e à culpa, raramente tendo explosões de raiva: são comedidas nesse aspecto. As mulheres bem equilibradas emocionalmente, ao contrário, sentem-se positivas em relação a si mesmas; como os homens, são comunicativas e gregárias e adaptam-se bem à tensão; sentem-se suficientemente à vontade consigo mesmas para serem espontâneas e raramente sentem ansiedade ou culpa.Com isso, quero dizer que o equilíbrio emocional não é algo fácil de ser obtido nem é uma questão genética: é algo que se aprende e que pode ser melhorado por meio de treino, esforço e persistência. Para tanto, o líder têm de identificar exatamente o que quer alcançar, e tornar-se diligente a ponto de identificar as situações nas quais costuma cair em velhos hábitos e associá-las a uma reação produtiva. Ao realizar esse tipo de exercício analítico firmemente por algumas semanas ou meses, a pessoa poderá substituir os hábitos que deseja eliminar por outros que acabam se tornando automáticos. Um bom processo terapêutico pode acelerar o autodesenvolvimento, assim como relações afetivas estáveis e gratificantes, programas de desenvolvimento gerencial, viagens, exposições internacionais, multiplicidade de interesses, teatro, cinema, lazer, etc. Ou seja, uma vida rica, estimulante e diversificada faz com que as pessoas se mantenham intelectual e emocionalmente ativas, felizes e saudáveis.Se você pretende desenvolver um esforço pessoal para tornar-se um líder emocionalmente equilibrado, procure desenvolver as seguintes competências:Autoconsciência: observar-se e reconhecer os próprios sentimentos; formar um vocabulário para os sentimentos; saber a relação entre pensamentos, sentimentos e reações.Tomada de decisão pessoal: examinar suas ações e conhecer as conseqüências delas; saber se uma decisão está sendo governada por pensamento ou sentimento.Lidar com sentimentos: monitorar a "conversa consigo mesmo" para surpreender mensagens negativas como repreensões internas; compreender o que está por trás de um sentimento; encontrar meios de lidar com medos e ansiedades, ira e tristeza.Lidar com tensão: aprender o valor de exercícios e métodos de relaxamento.Empatia: compreender os sentimentos e preocupações dos outros e adotar a perspectiva deles; reconhecer as diferenças no modo como as pessoas se sentem em relação a fatos e comportamentos.Comunicações: falar efetivamente de sentimentos; tornar-se um bom ouvinte e perguntador; distinguir entre o que alguém faz ou diz e suas próprias reações ou julgamento a respeito; enviar mensagens do "Eu" em vez de culpar.Auto-revelação: valorizar a franqueza e construir confiança num relacionamento; saber quando é seguro arriscar-se a falar de seus sentimentos.Intuição: identificar padrões em sua vida e reações emocionais; reconhecer padrões semelhantes nos outros.Auto-aceitação: sentir orgulho e ver-se numa luz positiva; reconhecer suas forças e fraquezas; ser capaz de rir de si mesmo.Responsabilidade pessoal: assumir responsabilidade; reconhecer as conseqüências de suas decisões e ações; aceitar seus sentimentos e estados de espírito; ir até o fim nos compromissos.Assertividade: declarar suas preocupações e sentimentos sem ira nem passividade.Dinâmica de grupo: cooperação; saber quando e como conduzir e ser conduzido.Solução de conflitos: saber lutar limpo com outras pessoas; adotar o modelo vencer/vencer para negociar acordos.* Paulo César T. Ribeiro é psicólogo, consultor de empresas, “coach" e "headhunter", conceituado entre os melhores apresentadores por sua reconhecida experiência em treinamentos voltados ao comportamento gerencial e ao desenvolvimento de líderes, equipes e outros diversos temas. Diretor da CONSENSOrh.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Efeito do esforço emocional



Os efeitos emocionais do esforço

Cria a tensão e a irritabilidade que é manifestada muito frequentemente como a doença e a doença como maneiras de tratar as emoções que não podem ser expressadas. Quando uma pessoa se encontra que em uma circunstância que sintam é além de seu controle e com convenientemente nenhuma resolução, transferirão frequentemente seus sentimentos ao exame, como seu formulário da expressão.
Um exemplo comum aqui é dor de cabeça, uma causa comum é o sentimento do desespero que resulta de ser fechado em um papel ou em uma circunstância particular. Naturalmente, as causas mais orgânicas da dor de cabeça poderiam incluir a fadiga ocular, constipação ou os problemas da garganta e estas áreas precisariam de ser investigados demasiado. Entretanto, nenhuma quantidade de terapia física resolverá o problema se há uma “causa emocional forte” atrás dela.

Os problemas de pele têm geralmente uma base emocional identificável. Uma queixa irritante da pele pode frequentemente ser o resultado de irritar circunstâncias da vida ou uma pessoa irritante que uma não estaria envolvido um pouco com. Pôde ser irritação com seu trabalho.

Se tais esforços não são negociados dentro da maneira direita a nível emocional, manifestarão muito provável como um prurido irritante ou uma condição similar até que o problema esteja resolvido. Um outro exemplo é constipação. Se os casos crônicos não respondem às prioridades físicas de mais água e fibra na dieta, a causa pode ser retenção na mente por exemplo que prende sobre tenaz às idéias velhas ou relacionamentos que já não serem nossos melhores interesses. Estas retenções mentais podem manifestar como a retenção física dos desperdícios de que nós seríamos melhor bons livrados.

Anote neste momento que um problema emocional convenientemente idêntico pode manifestar como uma doença física particular em uma pessoa no entanto como uma doença completamente diferente em uma outra pessoa. Não há nenhuma régua dura e rápida de “um esforço, uma doença”.